Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Material escolar


Lista de material escolar




Procon orienta consumidor a evitar itens abusivos nas listas de material escolar
Para orientar o consumidor que vai comprar material escolar, oferecendo informações que ajudam a evitar listas abusivas, com itens desnecessários ao processo de aprendizagem, a Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PA) elaborou uma relação de materiais de uso pedagógico com as quantidades necessárias. Vinculado à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), o órgão espera que a medida reduza o exagero nas listas distribuídas por algumas instituições de ensino e ajude os pais e responsáveis a questionar esse procedimento no ato da matrícula.

O Procon alerta pais e responsáveis pelos alunos que leiam com atenção redobrada as listas fornecidas pelas escolas, pois alguns itens incluídos na relação de material escolar não têm características educacionais. Segundo a equipe técnica do órgão, os materiais utilizados pelos alunos só podem ser requeridos em quantidades coerentes com as atividades desenvolvidas no ambiente escolar, e sem imposição de marca.

A lista de material escolar não pode conter produtos de limpeza, medicamentos, materiais de laboratório e outros semelhantes. A equipe do Procon reitera que a lista é um direito do consumidor e lhe garante liberdade para pesquisar preços e marcas. Os pais também não podem ser obrigados a adquirir os materiais no próprio estabelecimento escolar.


Em anexo - Lista de material escolar elaborada pelo Procon-PA

Preço da cebola


Preço da cebola aumentou mais de 50%


Cebola em alta



Em 2016, a cebola, segundo levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-PA), foi o produto hortifrutigranjeiro que mais sofreu elevação de preço no período de janeiro a dezembro. O reajuste acumulado do quilo do produto atingiu a 52,93%. Em geral, os hortifrutigranjeiros (hortaliças, verduras e legumes) ficaram bem mais caros, inclusive, com uma quantidade expressiva com reajustes de preço acima da inflação do período. A grande maioria deles apresentou alta expressiva de preço, ainda que algumas quedas de valores tenham sido verificadas em alguns meses do ano.

Segundo o balanço do Dieese-PA, os hortifrutigranjeiros comercializados em feiras livres e supermercados da região metropolitana de Belém que apresentaram os maiores reajustes de preço em 2016 foram cebola (kg), com alta de 52,93%; batata lavada (kg), 42,60%; batata doce (kg), 30,33%; salsa (maço), 24,37%; batata doce branca (kg), 22,38%; cenoura (kg), 21,02%; feijão verde (maço), 12,50%; alfavaca (maço), 11,90%, e macaxeira (kg), com alta de 9,07%.

Esses aumentos de preços dos produtos contrastam com a inflação calculada pelo IBGE/INPC para o mesmo período, que ficou em 6,58%. De acordo com o Dieese-PA, também no mesmo período, poucos produtos hortis apresentaram recuos de preços, com destaque para o quilo do tomate, com queda de 14,02%. Os reajustes expressivos de preço dos hortifrutigranjeiros ao longo de 2016 se deveu em grande parte ao fator da sazonalidade, mas, principalmente, aos fatores ligados diretamente a comercialização. Para este mês, a tendência, segundo o Dieese-PA, permanece de alta da maioria dos produtos hortis, como demonstram as pesquisas do órgão nesta primeira quinzena de janeiro.

Os vendedores, no entanto, discordam do aumento de preço das verduras e legumes nos últimos meses. Feirante há mais de 30 anos em uma banquinha no Mercado do Ver-o-Peso, Ubiraci Olveira, de 55, disse que os preços desses produtos baixaram neste primeiro mês de 2017. “Os produtos continuam caros, mas deram uma melhorada de preço de dezembro para cá. Baixou bastante, principalmente a cebola. Alguns fregueses reclamam dos valores, claro, mas a maioria já percebeu que teve uma queda. O que a gente pode fazer para deixar o cliente satisfeito é oferecer descontos, promoções, um agrado”, comentou o feirante.


Aumento do leite


  
Leite registra aumento de 25,15% em 2016




O preço do leite comercializado na Área Metropolitana de janeiro a dezembro de 2016 atingiu o reajuste acumulado de 24,15% contra uma inflação de 6,58%  (INPA/IBGE. O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos  do Pará (Dieese/PA). A pesquisa comprova o dilema enfrentado pelos consumidores diante da necessidade de adquirir o produto.
O preço do leite em pó varia de R$ 2,69 o sachê com 200 gramas, até R$ 25,69 o sachê com 800 gramas, mas um dos produto com maior influência na elevação da cesta básica dos paraenses, no ano passado – que apresentou alta acumulada de 16,70% -, foi o leite líquido comercializado em caixa de um litro nos supermercados , mercearias e padarias da grande Belém.
De acordo com pesquisa do Dieese/PA, em dezembro de 2015 o litro o leite foi comercializado, em média, a R$ 4,14. Em janeiro de 2016 custou, em média, R$ 4,26; em março foi vendido na média de R$ 4,43. Em abril, o produto foi comercializado em média a R$ 4,62. O litro do produto foi vendido em maio em média a R$ 4,67; em junho a R$ 4,69; em julho foi vendido, em média, a R$ 5,41.
Em agosto, o litro do leite já estava custando R$ 5,49, em média. No mês de setembro, passou para R$ 5,52. Em outubro, para R$5,47. No mês de novembro o preço caiu para R$ 5,24, e em dezembro para R$ 5,14, em média.
As altas fizeram com que o preço do litro do leite consumido pelos paraenses apresentasse o reajuste acumulado de 24,15% entre janeiro e dezembro de 2016, bem superior a inflação de 6,58% calculada para o mesmo período. 

Preço dos alimentos


Belém tem a 3ª cesta básica mais cara do Brasil

Farinha de mandioca



O custo da cesta básica aumentou nas 27 capitais brasileiras, no acumulado de 2016, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas ocorreram em Rio Branco (23,63%), Maceió (20,69%) e em Belém (16,70%). Por outro lado, as menores variações foram no Recife (4,23%), Curitiba (4,61%) e São Paulo (4,96%). Na comparação entre novembro e dezembro, o valor da cesta diminuiu em 25 cidades. As quedas mais expressivas foram em Aracaju (-5,11%), Campo Grande (-4,16%) e São Luís (-4,13%). Em Belém, a cesta básica de dezembro ficou em R$ 410, quase metade do salário mínimo (R$ 880).

FARINHA

 Na capital paraense, a alta no preço da alimentação básica atingiu quase 17%, superando a inflação no período, estimada em 6,47%. Segundo o Dieese/PA, no ano passado a maioria dos produtos que compõem a cesta apresentou alta de preços, com destaque para a farinha de mandioca com reajuste de 63,16% de janeiro a dezembro. O feijão, que durante o primeiro semestre virou artigo de luxo na mesa do paraense, atingiu aumento de 47,76%, seguido da manteiga (alta de 47,67%), banana (33,74%), café (26,61%), leite (24,15%), açúcar (18,03%), pão (13,59%) e arroz, cujo preço aumentou 11,34%. Também no mesmo período, o destaque positivo para o consumidor foi a queda no preço do tomate, com recuo de 14,02%.

 As pesquisas do Dieese mostram, ainda, que, com base no maior custo apurado para a cesta básica nacional e levando em consideração o preceito constitucional, que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para alimentar o trabalhador e mais três pessoas de sua família – suprindo suas necessidades com alimentação, educação, moradia, saúde, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência -, o valor ideal do mínimo seria de R$ 3.856,23. Ou seja, 4,38 vezes maior do que o atual salário mínimo: R$ 880.



Preço do feijão


Alta do preço do feijão em 2016 foi de quase 50%




De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA), o quilo do feijão foi reajustado em quase 50% de janeiro a dezembro de 2016, na região metropolitana de Belém. A inflação para o período foi calculada em aproximadamente 6,58%.
O preço do feijão vem apresentando elevações desde o segundo semestre de 2015. No último mês de dezembro, o quilo do feijão foi comercializado a R$ 4,46; já em janeiro subiu para R$ 5,37; em fevereiro foi encontrado custando a R$ 5,56 e março subiu quase 4%. Em novembro o produto foi comercializado em média a R$ 7,11 e fechou o ano, dezembro, sendo comercializado em média a R$ 6,59.
Ainda segundo o Dieese, de janeiro a dezembro de 2016 a cesta básica dos paraenses composta de 12 produtos, teve alta acumulada de 16,70% , porém o feijão teve um reajuste bem maior no mesmo período.
Arroz
O arroz também ficou mais caro, segundo as pesquisas do Dieese a alta no preço do produto também vem acontecendo desde o final de 2015. Em dezembro o quilo de arroz foi  comercializado a R$ 2,38; em janeiro de 2016 o produto custava R$ 2,41, no mês de março o preço chegou a R$ 2,51. Em novembro o arroz foi comercializado em média a R$ 2,71 e fechou o ano passado sendo comercializado em média a R$ 2,65 o quilo.  Com isso o reajuste acumulado de janeiro a dezembro de 2016 alcançou 11,34%, na região metropolitana de Belém.
O quilo do feijão carioquinha teve uma alta de 46,76% e o arroz do tipo 02, de 11,34%. Segundo o Dieese/PA a explicação para esse aumento ao longo dos anos é a importação da metade dos produtos que compõem a cesta básica e alguns fatores relacionados a comercialização.
O consumo mensal do feijão por trabalhador no Pará atingiu, no mês passado R$ 29,66, causando um impacto de 3,66% em cima do salário mínimo.